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Cármen Lúcia critica estigma do envelhecimento feminino e diz que envelhece com honra

Bernadete Alves
Cármen Lúcia critica estigma do envelhecimento feminino e diz que envelhece com honra

O protagonismo e a voz das mulheres são fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. E no Judiciário a representante é a ministra Cármen Lúcia, uma das vozes mais firmes da igualdade de gênero, na defesa da democracia e das pautas estruturantes na sociedade brasileira.

Uma trajetória de 19 anos marcada pela defesa da democracia, da igualdade e da proteção das liberdades civis. Em cada atuação ela sempre aborda temas impactantes com o que ocorreu durante sessão nesta quarta-feira 27 de agosto, sobre o preconceito sobre a idade das mulheres e o etarismo.

Plenário do STF em 27 de agosto de 2025 sob a presidência do ministro Luís Roberto Barroso

A ministra Cármen Lúcia abordou sobre a passagem do tempo e a percepção da idade vista de forma pejorativa. Ela criticou o estigma do envelhecimento feminino e destacou a diferença cultural entre homens e mulheres ao tratar do envelhecimento.

“Enquanto homens são vistos como sempre jovens, as mulheres, no Brasil, são rapidamente rotuladas de velhas”. A ministra ressaltou que fica “velha” com muito orgulho, já que a “outra” opção, é o fim da vida.

Cármen Lúcia: “enquanto homens são vistos como sempre jovens, mulheres são rotuladas de velhas

A ministra lembrou que “quando éramos jovens, porque já fomos, apesar das crianças na minha família não acreditarem que um dia eu fui … há muito tempo atrás”.

Fotos: Luiz Silveira/STF

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