
A vacinação é fundamental para a saúde pública, sendo uma das formas mais seguras e eficazes de prevenir doenças graves, proteger a coletividade e salvar vidas. E elas são indicadas para todas as fases da vida – crianças, adultos, idosos e gestantes – garantindo proteção contínua e a erradicação de enfermidades.
A ação foca na proteção contra gripe, covid-19 e vírus sincicial respiratório (VSR), visando mais de um milhão de pessoas nos grupos prioritários, como gestantes, crianças de 6 meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias, idosos a partir de 60 anos, bebês prematuros e profissionais de saúde, professores, forças armadas e de segurança, entre outros.
O “Dia D” de mobilização é um acelerador para cobertura nacional vacinal antes do período de maior circulação do vírus influenza e tem por meta prevenir o aumento de casos de doenças respiratórias entre abril e maio. E quanto mais pessoas vacinarem, maior o impacto coletivo.
A vacina contra a gripe é atualizada todos os anos. Em 2026, a vacina é trivalente, protegendo contra as variantes Influenza A/Missouri/11/2025 (H1N1) pdm09, Influenza A/Singapore/GP20238/2024 (H3N2) e Influenza B/Austria/1359417/2021 (B/linhagem Victoria).
As ações serão intensificadas até 30 de maio nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste com apoio de estados e municípios com vacinação gratuita nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).
A vacinação é a principal forma de prevenção contra a influenza e contribui para reduzir casos graves, internações e mortes. Para se vacinar, basta fazer parte do público recomendado e procurar a unidade de saúde mais próxima antes do período de maior circulação do vírus.
Vacinação no Distrito Federal
Toda a população pode se vacinar nas salas de vacinação localizadas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) do Distrito Federal. As crianças devem estar acompanhadas pelos pais ou responsáveis. A lista dos locais onde haverá aplicação está disponível no site da SES-DF.
Cenário epidemiológico
Dados preliminares de 2026 apontam aumento na circulação de vírus respiratórios, incluindo a influenza. Até 14 de março, foram notificados 14,3 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país, com cerca de 840 óbitos. Entre os casos graves, a influenza responde por 28,1% das infecções identificadas.
Idosos, crianças menores de 6 anos, gestantes e pessoas com comorbidades apresentam maior risco de complicações, internações e óbito. Priorizar esse público é fundamental para evitar casos graves e óbitos por influenza.
Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF e Reprodução
