
A décima Lua Cheia de 2026 chegou durante a tarde às13h49 de 26-9-26 de mansinho e discreta como se o satélite estivesse espiando a Terra. Ela está a três graus de áries e em conjunção com Netuno. Efeitos que tocaram a percepção de vida de muitas pessoas ontem e hoje.
No início da noite de 26 seu disco lunar ficou totalmente iluminado e pôde ser apreciado logo que surgiu no horizonte. O céu ficou bem iluminado e proporcionou um belo espetáculo para quem é fã do céu noturno. Neste domingo 27 de setembro a Lua está na fase cheia e 98% visível.
A Lua não produz luz própria. O brilho que vemos no céu é a luz do Sol refletida em sua superfície. Em Brasília (DF), ela se tornou cheia às 18h12; em São Paulo (SP), por volta das 18h11, no Rio de Janeiro (RJ), às 17h56; em Recife (PE), às 17h15; e em Porto Alegre (RS), às 18h33.
Conhecida como Lua da Colheita (Harvest Moon). O nome não tem relação com a cor da Lua. Ele surgiu de uma tradição do Hemisfério Norte e é dado à Lua Cheia que ocorre mais perto do equinócio de setembro, que por lá marca o início do outono. Lá em regiões de latitudes mais ao norte, o intervalo entre o nascer da Lua de uma noite para a seguinte fica menor do que o habitual.
Durante vários dias, a Lua aparece pouco depois do pôr do Sol, oferecendo mais tempo de iluminação natural. Antes da iluminação elétrica, essa luz extra ajudava agricultores a continuar trabalhando nas colheitas depois que o Sol se punha. Daí veio o nome.
Aqui no Brasil estamos no início da primavera. Por isso, “Lua da Colheita” no Hemisfério Norte, não se refere à época de colheita brasileira.
Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu.
É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.
Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.
Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).
Fotos: Fred Darin, Sandra Barcelos, Alexsandro Mota e Nasa
