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Lula reconduz Paulo Gonet por mais dois anos como procurador-geral da República

Bernadete Alves
Presidente Lula reconduz Paulo Gonet por mais dois anos à frente da PGR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto reconduzindo Paulo Gustavo Gonet Branco por mais dois anos à frente da Procuradoria-Geral da República. O decreto, assinado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública Ricardo Lewandowski, foi publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira, 9 de dezembro.

Paulo Gonet seguirá à frente da Procuradoria-Geral da República (PGR) por mais dois anos. A recondução foi aprovada pelo plenário do Senado Federal em novembro.

A nova gestão do procurador-geral da República à frente do Ministério Público da União começa a valer a partir de 19 de dezembro. E deverá ser marcada pela competência técnica, defesa da institucionalidade democrática que sempre pautaram a atuação do professor doutor Paulo Gonet.

Dr. Paulo Gustavo Gonet, Procurador-Geral da República

Paulo Gonet é graduado em Direito pela Universidade de Brasília (UnB), tem mestrado em Direitos Humanos pela University of Essex, no Reino Unido, e é doutor em Direito, Estado e Constituição, também pela UnB.

Nascido no Rio de Janeiro, Paulo Gonet comanda a Procuradoria-Geral da República (PGR) desde 2023. Em agosto deste ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou a recondução.

Gonet ingressou no Ministério Público Federal (MPF) em 1987, como procurador da República. Entre 1989 e 1993, foi procurador regional da República e, em 2012, alcançou o topo da carreira ao ser promovido a subprocurador-geral da República.

Na PGR, já atuou como secretário de Assuntos Constitucionais, representou o MPF na Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) e foi diretor-geral da Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU) — cargo que ocupava quando foi nomeado para a vice-procuradoria-geral eleitoral.

Antes de chegar ao comando da PGR, Gonet foi vice-procurador-geral eleitoral, cargo em que representou o Ministério Público Eleitoral (MPE) em processos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Fotos: Reprodução

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