Março Azul Marinho: um alerta para a doença silenciosa e a importância de viver com + saúde!

O Março Azul Marinho é uma campanha de combate ao câncer de intestino, doença silenciosa que requer atenção aos seus sinais e fatores de risco. Com diagnóstico precoce, o câncer de intestino tem até 90% de chance de cura. O março é um convite para adotar uma vida com mais prevenção, menos excessos e tolerância zero a práticas que colocam sua saúde em risco. Exames de rotina podem salvar vidas.
A Campanha Março Azul reforça que prevenção não é apenas um ato médico, mas uma escolha diária em favor da própria saúde e da qualidade de vida. Cuidar da saúde intestinal é uma construção ao longo de toda a vida. Além dos exames preventivos, hábitos simples como uma alimentação rica em fibras, a prática regular de atividade física, a hidratação adequada e a redução do consumo de álcool e do tabaco têm impacto direto na prevenção do câncer de intestino.
Detectar o câncer de intestino antes que ele emita qualquer sinal de alerta. Esse é o objetivo da sexta edição da campanha Março Azul, que em 2026 tem como tema a “Jornada da Vida”. A proposta da mobilização nacional é ampliar a detecção precoce da doença, já que ela é a segunda mais comum no Brasil, atrás apenas dos cânceres de mama e de próstata, quando excluído o câncer de pele não melanoma. O público-alvo da campanha são homens e mulheres com idades entre 45 e 70 anos.

A campanha realizada pela Sociedade Brasileira de Endoscopia e Endoscopia Digestiva (SOBED), Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) e Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), chama a atenção para o papel decisivo do diagnóstico precoce do câncer de intestino. Entre as ações que serão realizadas pelas sociedades médicas está a iluminação de prédios públicos nas principais cidades brasileiras, além de difundir um gesto simples no cuidado com a saúde: a realização do teste FIT, exame utilizado para detectar sangue oculto nas fezes.
O câncer de intestino é também conhecido como câncer colorretal porque engloba os tumores surgidos na parte do intestino grosso chamada cólon e reto (localizada no final do intestino, antes do ânus) e no ânus.
Sinais e sintomas

Apesar de silencioso na fase inicial, o câncer de intestino emite alguns sinais de alerta, sendo os mais comuns: presença de sangue nas fezes (às vezes só detectável através do exame), mudança no hábito intestinal como diarreia ou prisão de ventre por várias semanas, dor abdominal frequente, sensação de intestino que não esvazia completamente, perda de peso sem causa aparente e fraqueza ou anemia.
Fatores de risco
Fumar, consumir alimentos ricos em gorduras saturadas, ter uma vida sedentária, consumir bebidas alcoólicas, ter idade superior a 45 anos, ter história familiar de câncer colorretal, ter história pessoal da doença (já ter tido câncer de ovário, útero ou mama), baixo consumo de cálcio e obesidade são fatores de risco para esta doença.
Diagnóstico


Há dois exames capazes de detectar precocemente os tumores de intestino: o Teste FIT – que aponta sangue nas fezes (mesmo oculto a olho nu) e a Colonoscopia (exame de imagem que vê o funcionamento do intestino por dentro).
Tratamento
Diagnosticado o câncer de intestino, o médico ou a médica podem recomendar o melhor tratamento para o caso. O tratamento poderá incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia e terapia biológica. A escolha vai depender da localização do tumor e do estágio da doença.
Cura
O câncer de intestino tem cura. Quanto mais cedo iniciar o tratamento, maiores as possibilidades de cura. E mesmo após a cura, é feito um rigoroso acompanhamento com consultas e exames para evitar ou detectar um possível retorno do câncer. Fazer tal monitoramento é imprescindível para identificar recidivas precocemente.
Fotos: Reprodução













