Dia Mundial do Mágico: a celebração do encanto e do mistério da magia

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Mágico: habilidade que nos deixa atônitos e boquiabertos

Nesse 31 de janeiro é comemorado o Dia do Mágico, este artista que faz muito mais do que tirar coelhos da cartola ou fazer desaparecer um lenço. É um artista que leva encantamento e fascinação às pessoas. É um alquimista moderno que transforma o ordinário em extraordinário.

O Dia do Mágico, também conhecido como o Dia Internacional do Mágico, é uma data especial dedicada a celebrar a arte e a habilidade dos ilusionistas e mágicos em todo o mundo. Esta data é comemorada anualmente no dia 31 de janeiro, uma escolha que homenageia a memória de São João Bosco, um padre católico italiano e educador que é considerado o padroeiro dos mágicos.

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Dom Bosco: o Santo dos jovens e o sonho profético com Brasília é celebrado em 31 de janeiro

Segundo a tradição João Bosco era também um mágico. Ele dedicou sua vida à educação de jovens desfavorecidos e utilizava a magia como uma ferramenta para atrair e engajar crianças e adolescentes nas atividades educativas. Sua habilidade em realizar truques de mágica não só lhe permitiu ganhar a atenção e o respeito dos jovens, mas também foi uma maneira de ensinar valores e lições de vida.

O Dia Mundial do Mágico, portanto, foi estabelecido para honrar a contribuição de São João Bosco e de todos os mágicos que, ao longo da história, têm entretido, surpreendido e inspirado pessoas de todas as idades através da arte do ilusionismo.

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Dia Mundial do Mágico: artista que leva encantamento e fascinação às pessoas

A magia sempre esteve presente na história da humanidade. O mágico é o artista que encanta o público com a arte do ilusionismo, ou seja, o uso de técnicas visuais que iludem e confundem os sentidos dos espectadores. O objetivo do mágico é tentar desafiar as leis da física e do universo, como se estivessem agindo através de poderes paranormais.

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Dia Mundial do Mágico: o mestre da arte de criar ilusões

Os truques de ilusionismo e a habilidade das técnicas dos mágicos, ao fazerem aparecer e desaparecer objetos diante do nossos olhos, confundindo os nossos sentidos, sempre nos deixaram e ainda nos deixam atônitos e boquiabertos.

Este dia dedicado ao Mágico serve como um lembrete da importância da magia como uma forma de arte que transcende barreiras culturais e linguísticas, unindo pessoas através do fascínio pelo inexplicável.

O ilusionismo era um tipo de entretenimento muito difundido e com grande recepção popular no século XIX. Muitos truques beiravam à fantasmagoria e confundiam-se com relatos de aparições espectrais, dada a eficácia de alguns dispositivos tecnológicos, como a lanterna mágica, desenvolvida pelos franceses Paul Philidor e Étienne-Gaspard Robertson.

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Magia: a essência do inexplicável

Muitas pessoas seguiam a trilha dos grandes ilusionistas naquela época para levar diversão aos outros e obter alguma renda a partir disso. Esse era o caso de São João Bosco, que, além de ser considerado padroeiro dos mágicos, é também tido como padroeiro dos jovens.

Dia Mundial do Mágico serve como um lembrete da importância da magia como uma forma de arte que transcende barreiras culturais e linguísticas, unindo pessoas através do fascínio pelo inexplicável.

Entre os mágicos mais famosos do mundo, destacam-se Harry HouldiniDavid Copperfield e Mister M, que ficou mundialmente conhecido por ter desvendado alguns dos truques mais utilizados pelos mágicos.

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David Copperfield, um dos mágicos mais famosos do mundo

Magia é um portal para dimensões onde a realidade e a fantasia se entrelaçam em um eterno baile. Viva a essência do inexplicável. Viva este portal para dimensões onde a realidade e a fantasia se entrelaçam em um eterno baile.

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São João Bosco: um fervoroso devoto de Nossa Senhora que dedicou sua vida à fé e a educação dos jovens

João Melchior Bosco, o São João Bosco, ou Dom Bosco, nasceu em 16 de agosto de 1815, em Becchi, na Itália), se tornou sacerdote aos 26 anos e faleceu em 1888, na cidade de Turim. 

Esse santo ficou conhecido, na vida adulta, por ser um dos maiores santos místicos da modernidade, na esteira dos espanhóis São João da Cruz e Santa Teresa de Ávila. São João Bosco tornou-se notório pelas revelações que lhe eram apresentadas em visões e sonhos.

Como sacerdote, Dom Bosco sempre esteve próximo de Nossa Senhora, dedicando a Ela suas orações. Além disso, seus sonhos noturnos frequentes eram iluminados pela presença da Virgem Maria.

Neste 31 de Janeiro, Dia de São João Bosco, unamo-nos em oração, seguindo seu exemplo de devoção à Nossa Senhora, a quem ele confiava sua vida e missão. Ele foi um fervoroso devoto de Nossa Senhora, dedicando sua vida aos jovens e à fé.

Que possamos, como ele, encontrar em Maria a força para enfrentar os desafios e viver uma vida plena de fé e serviço aos outros.

Seu processo de canonização foi aberto no fim do século XIX, mas só em 1934 ele seria considerado efetivamente santo pela Igreja Católica, sob a autoridade do Papa Pio XI.

Em Brasília Dom Bosco é especial. Dom Bosco era conhecido por suas “faculdades sobrenaturais de vidência” e por ter sonhos “muito vívidos”. Décadas antes do que planejou Juscelino Kubitschek, a proposta de construir uma nova capital para o Brasil já circulava no século 19. Apoiadores dessa ideia até mencionavam um “sonho profético” do sacerdote italiano Dom Bosco.

Em de 30 de agosto de 1883, o religioso teria tido uma “visão” que previu a cidade de Brasília, inaugurada apenas em abril de 1960. No sonho, o sacerdote cita as coordenadas dos paralelos 15º e 20° para apontar a localização de uma “grande civilização” que iria surgir.

Na década de 1950, defensores da construção da capital diziam que, em certo momento da narração do sonho, Dom Bosco teria citado as coordenadas da localização de Brasília e a criação do Lago Paranoá.

O sonho de Dom Bosco relacionado à Brasília está registrado no 16° volume do livro “Memórias Biográficas de São João Bosco”. Segundo Dom Bosco, durante o sonho, que durou uma noite inteira, ele “viajou” pela América do Sul, região que não conhecia. A narração completa é extensa, mas a parte que faria alusão a Brasília possui poucas linhas:

Com seus mosaicos azulados e arquitetura moderna, o Santuário Dom Bosco, na Asa Sul do Plano Piloto, é um local de beleza única. Além de possuir uma cripta que abriga a relíquia de Dom Bosco, o Santuário também é ponto turístico de Brasília e palco de grandes celebrações eucarísticas.

A Ermida Dom Bosco foi o primeiro templo de alvenaria construído em Brasília, antes mesmo do Lago Paranoá existir. Projetada por Oscar Niemeyer, abriga, desde 1962, uma imagem de Dom Bosco vinda diretamente da Itália, país natal do Santo dos Jovens.

A Catedral de Brasília, apesar de não receber o nome de Dom Bosco, abriga uma estátua de mármore que pesa duas toneladas e foi esculpida pelo artista italiano de Turim, Mestre Mauro Baldasari. Na peça presa atrás da imagem do Santo Salesiano, os desenhos correspondem às cenas que representam os sonhos de Dom Bosco, como no lado esquerdo, onde há a imagem da Catedral da cidade, localizada entre os paralelos 15 e 20 do globo terrestre, conforme seu sonho profético que previa, nesse local, o nascimento de uma nova civilização na “terra prometida”.

A Igreja da Paróquia São João Bosco do Núcleo Bandeirante foi um dos primeiros centros religiosos do Distrito Federal e a história da Paróquia tem início antes mesmo da construção de Brasília. O responsável pela concretização do sonho de construir uma igreja na antiga Cidade Livre foi Padre Roque Valiati Baptista, que chegou ao local em 18 de abril de 1956. Padre Roque contou com o apoio, o suor e a fé dos candangos que viviam nos barracos de madeirite da região.

Fotos: Reprodução