Dia do Meio Ambiente: Proteger é dever coletivo para garantir um futuro sustentável

A natureza é essencial para a vida e a saúde humana, fornecendo recursos naturais, como água e ar limpo, e regulando o clima. Defender o meio ambiente é, acima de tudo, a defesa da vida. Proteger esse bem é mais que um dever, é um compromisso coletivo com as presentes e futuras gerações.

Neste 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, é necessário refletir sobre a importância da preservação do planeta e das ações que podemos tomar para garantir um futuro melhor para esta e as futuras gerações. Cada atitude conta na construção de um mundo mais sustentável, consciente e equilibrado.

O meio ambiente não é paisagem: é direito. Direito a ar limpo, à água potável, à comida saudável, à vida digna. A poluição, o desmatamento e a utilização excessiva dos recursos naturais têm impactos significativos no meio ambiente e na saúde humana. Por isso não podemos ser apenas espectadores da destruição. Precisamos ser agentes de mudança, como pregava o fenomenal Sebastião Salgado.

Cada um de nós pode fazer a diferença, adotando práticas sustentáveis no dia a dia, como economizar energia e água, reciclar o lixo e reduzir o consumo de produtos descartáveis.

A conscientização e o engajamento de todos são essenciais para combater a poluição, a degradação ambiental e as mudanças climáticas. É fundamental que governos, empresas e a sociedade civil trabalhem juntos para implementar políticas e ações que promovam a sustentabilidade.
É urgente construir um modelo de desenvolvimento sustentável, que respeite todas as formas de vida. Preservar a biodiversidade, defender os povos originários e implementar políticas ambientais sérias é uma responsabilidade de toda a sociedade. Cada atitude individual, somada a ações coletivas e estruturais, faz a diferença.

A cada ano, o Dia Mundial do Meio Ambiente tem um tema específico, que geralmente aborda um problema ambiental atual ou emergente. Em 2025 o plástico está no centro de um desafio global: #AcabarComAPoluiçãoPlástica.
Em sua mensagem, o secretário-geral da ONU, António Guterres, enfatiza que “há um movimento que defende uma mudança urgente. Assistimos a um crescente engajamento público, passos em direção à reutilização e a uma maior responsabilização”.

Ele lembra que em breve mais de 190 países se reunirão em Genebra, na Suíça, para finalizar o pioneiro Tratado Global Contra a Poluição Plástica – o primeiro instrumento juridicamente vinculante para enfrentar a poluição plástica, abordando a ação das empresas, dos governos e das pessoas.
Sendo a ONU A #PoluiçãoPlástica é um problema global. Aproximadamente 7 bilhões das 9,2 bilhões de toneladas de plástico produzidas de 1950 a 2017 se tornaram resíduos plásticos, que acabaram em aterros sanitários ou lixões.

A poluição plástica está presente em todos os lugares, desde a Fossa das Marianas (ponto mais profundo do oceano) até o Monte Everest (pico mais alto do Himalaia). Estima-se que 11 milhões de toneladas de plásticos vazam para os ecossistemas aquáticos a cada ano.
Guterres diz que uma abordagem abrangente de economia circular poderia reduzir o volume de plásticos que entram em nosso oceano em mais de 80% e economizar US$ 70 bilhões para os governos entre 2021-2040. “A poluição plástica é um problema que podemos resolver. As soluções estão disponíveis e trazem benefícios inegáveis”, diz o secretário-geral da ONU.

Fotos: Lauro Narciso, Shutterstock e Reprodução













