Vacinação contra gripe começa em todo país com Lula e Alckmin dando exemplo

O presidente Lula e o vice Alckmin, acompanhados pelo Zé Gotinha e o ministro da Saúde, abriram formalmente a campanha nacional de vacinação contra a gripe (Influenza), nesta segunda-feira, 7 de abril, Dia Mundial da Saúde, em Montes Claros, Minas Gerais.
O presidente tem 79 anos, e o vice, 72; ambos estão no público-alvo desta primeira fase da campanha. Lula foi imunizado pela médica da Presidência Ana Helena Germoglio, e Alckmin, pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que também é médico.
Em 2025, a dose contém as seguintes cepas: H1N1, H3N2 e B. A administração do imunizante pode ser feita junto com outras vacinas do Calendário Nacional de Vacinação. Segundo o Ministério da Saúde, o imunizante distribuído na rede pública protege contra três vírus do tipo influenza e garante uma redução do risco de casos graves e óbitos provocados pela doença.

Para a vacinação deste ano, o Ministério da Saúde adquiriu um total de 73, 6 milhões de doses. No primeiro semestre, 67,6 milhões de doses devem ser distribuídas para as regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. No segundo semestre, 5,9 milhões serão enviadas para o Norte, período de maior ocorrência da doença, conforme especialistas.
A meta do Governo Federal é imunizar 90% dos chamados grupos prioritários, que incluem crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos a partir de 60 anos e gestantes e puérperas.

Também podem receber a dose:
- Trabalhadores da Saúde;
- Professores dos ensinos básico e superior;
- Povos indígenas;
- Pessoas em situação de rua;
- Profissionais das forças de segurança e de salvamento;
- Profissionais das Forças Armadas;
- Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (independentemente da idade);
- Pessoas com deficiência permanente;
- Caminhoneiros;
- Trabalhadores do transporte rodoviário coletivo (urbano e de longo curso);
- Trabalhadores portuários
- Funcionários do sistema de privação de liberdade;
- População privada de liberdade, além de adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas (entre 12 e 21 anos).
Quem não faz parte do público-alvo da campanha e deseja se vacinar deve aguardar o término da vacinação, segundo o Ministério da Saúde. Outra opção é pagar o imunizante na rede particular.
Fotos: TV Brasil/Reprodução













