Nancy Andrighi do STJ é finalista do Prêmio Jabuti Acadêmico 2026 com obra sobre herança digital

A ministra do STJ, Nancy Andrighi, é finalista do Prêmio Jabuti Acadêmico 2026, com o título: Herança digital: acesso e transmissão Post Mortem dos Bens. A obra publicada pela Editora JusPodivm, examina um dos temas mais atuais do Direito Civil: a sucessão de bens digitais após a morte do titular.
Ministra Nancy Andrighi disputa o prêmio com cinco finalistas da categoria Direito. Na obra a autora analisa os desafios jurídicos que envolvem o acesso e a transmissibilidade de ativos digitais, abrangendo contas, arquivos, conteúdos e outros bens existentes no ambiente virtual.
Andrighi também analisa, também, projetos legislativos sobre o tema e as disposições do anteprojeto de reforma do CC, incentivando que usuários estabeleçam, ainda em vida, diretrizes para o destino de seus bens digitais, visando prevenir conflitos sucessórios e a perda de patrimônio.


“Herança Digital: Acesso e Transmissão Post Mortem dos Bens“, da ministra do STJ Nancy Andrighi, é uma obra didática e de fácil compreensão. Uma releitura do direito segundo os novos aspectos tecnológicos da sociedade moderna. A obra é um manual para compreender a herança digital e a transmissão dos bens digitais.
A premiação do 68º Prêmio Jabuti e a 3ª edição do Prêmio Jabuti Acadêmico, ocorrerá no dia 11 de agosto de 2026, no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo (SP), e terá o pesquisador José Goldemberg como o autor homenageado do ano.

O Prêmio Jabuti Acadêmico 2026 está na sua terceira edição e é organizado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL). A obra “História das Mulheres no Brasil”, da historiadora, escritora e professora brasileira Mary Del Priore, foi escolhida pela CBL como o Livro Acadêmico Clássico 2026.
O Prêmio Jabuti Acadêmico, criado em 2024, reconhece obras das áreas científica, técnica e profissional, com o objetivo de valorizar a excelência editorial e ampliar a visibilidade de autores e editoras que atuam nesses segmentos. Os autores vencedores recebem a estatueta do Jabuti e um prêmio de R$ 5 mil, e as editoras das obras premiadas também recebem a estatueta.

“O Prêmio Jabuti Acadêmico reafirma o compromisso da Câmara Brasileira do Livro com a valorização da produção científica, técnica e profissional do país. Ao anunciar os semifinalistas desta terceira edição, reconhecemos a excelência de autores, pesquisadores e editoras que transformam conhecimento em obras capazes de impulsionar a ciência, a educação e o desenvolvimento do Brasil.”, destaca Sevani Matos, presidente da CBL.
Ao longo de décadas, o Prêmio Jabuti não só se destacou como um símbolo de excelência na literatura, mas também desempenhou um papel essencial no desenvolvimento da indústria editorial nacional.
Além de reconhecer e revelar talentos, demonstra um compromisso duradouro com a diversidade cultural e a inovação e é uma referência para novos escritores, inspirando e enriquecendo gerações de autores e leitores.
O Prêmio Jabuti, não apenas honra o legado da literatura brasileira, mas também reforça sua posição como um dos prêmios literários mais prestigiados do país.
Fotos: Emerson Leal/STJ e Reprodução













