Dia Nacional de Imunização: prevenção é a melhor solução e não tem idade

O Dia Nacional de Imunização é comemorado nesta quarta-feira (9) e tem como objetivo garantir que a população não deixe de se vacinar, principalmente, neste período de pandemia de Covid-19.
A pandemia trouxe à tona a importância e a urgência de erradicar este vírus terrível em todo o planeta. Imagine o mundo sem a perspectiva da vacina e sem a esperança de controle da doença? Por isso as vacinas são a melhor e, talvez, a única forma de eliminar doenças infecciosas.

A data de hoje foi criada para lembrar do papel das vacinas na prevenção de doenças e a importância da vacinação regular em todas as idades. A prevenção é a melhor solução e não tem idade. Vacina é VIDA.
O Governo do Distrito Federal realiza de forma simultânea, duas campanhas de vacinação: contra a Covid-19 e da Influenza, além da imunização de rotina. As vacinas salvam vidas. Quando chegar a sua vez, vacine-se, seja para Covid-19, gripe ou vacina de rotina.

Os pais e responsáveis por crianças e adolescentes, precisam ficar atentos quanto ao calendário de vacinação. A imunização de rotina é um serviço essencial disponível para população.

História da Imunização
Os primeiros imunizantes surgiram na China há mais de mil anos. No ocidente, são mais recentes, pouco mais de 200 anos, e no Brasil, as vacinas começaram a ser adotadas na primeira metade do século XIX, mas só depois de muita resistência viraram política pública de saúde.

Da revolta das vacinas, em 1904, à erradicação de doenças como a poliomielite, em 1994, ou o sarampo, em 2016, o Brasil acumulou experiência e virou referência internacional pelo seu Programa Nacional de Imunização, o PNI, que coloca o Brasil no primeiro lugar do mundo na oferta de vacinas gratuitas para toda a população. São 45 imunizantes diferentes para diferentes faixas etárias.
Com a chegada da pandemia caiu pela primeira vez a cobertura vacinal no Brasil. O cenário ficou crítico porque a pandemia da Covid-19 afastou as pessoas das unidades de vacinação. Segundo o Ministério da Saúde, em 2020, a tríplice viral, por exemplo, que protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba, e tem meta de cobertura de 95%, chegou a menos de 56% das crianças, segundo a coordenadora do PNI, Francieli Fontana.

A vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunização, Isabella Ballalai, teme o retorno da poliomielite. A especialista alerta que essa taxa é uma média nacional e que em algumas regiões os índices são ainda mais baixos. No Acre, por exemplo, ficou em 43% e no Rio de Janeiro, 53%. A poliomielite é popularmente chamada como paralisia infantil e deixa sequelas graves como problemas nas articulações, crescimento diferente das pernas e paralisia dos músculos da fala e da deglutição.
Fotos: Marcelo Camargo/Agência Brasil e Divulgação













