SAMU: 15 anos salvando vidas na Capital do País

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O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), celebra  nesta segunda-feira (24), 15 anos salvando vidas no Distrito Federal. Um trabalho essencial à população, principalmente em tempos de pandemia do novo coronavírus.

A dedicação e o trabalho de motoristas, médicos,  socorristas, psicólogos, enfermeiros, técnicos e atendentes, tem sido ainda mais intenso. Além de resgates, buscas e atendimentos feitos ao longo destes anos, esses profissionais  fazem parte da linha de frente no combate ao novo coronavírus.

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O médico Alexandre Garcia relata que o transporte de pacientes entre unidades de saúde aumentou muito nos últimos meses. “No caso das pessoas que entram em um hospital e precisam ser intubadas, a necessidade delas é um leito de UTI (unidade de terapia intensiva). Quando são transferidas, quem faz esse transporte é o Samu”.

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Os integrantes do Samu zelam por vidas e prestam serviços essenciais no atendimento pré-hospitalar, nas urgências e emergências. Implementado em agosto de 2005 no Distrito Federal com a finalidade de prestar socorro à população em casos de urgência e emergência, a estrutura do Serviço se consolida diariamente com a atuação dos profissionais que realizam mais de 6 mil atendimentos mensais em todo o território do DF.

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SAMU levando paciente com Covid-19 para o HRAN

Nestes 15 anos muitas histórias emocionantes dos servidores, que, todos os dias, lidam com a vida e o sofrimento humano, e acabam levando para casa. Apesar da prioridade no deslocamento de pacientes com covid-19, o Serviço permanece disponível para outras circunstâncias emergenciais.

Desde o início do ano já foram realizados cerca de 504.800 atendimentos, entre chamados da população e no encaminhamento aos serviços hospitalares de referência, de acordo com dados da Secretaria de Saúde. O atendimento do Samu está disponível todos os dias e horários pelo telefone 192.

Na primeira quinzena de agosto, o Samu recebeu 41.270 chamadas, das quais 1.035 eram ligações criminosas e indevidas. No acumulado do ano de 2020, os trotes passam de 14 mil.

O diretor do Samu Alexandre Garcia  pede mais consciência e lembra que passar trote é crime. “Não façam trote nem para a Segurança nem para a Saúde. Se você passa um trote e a gente manda uma viatura, outra pessoa que precisa está deixando de ser atendida. O trote é um crime e acaba complicando a vida do cidadão que realmente precisa de socorro”.

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Nosso reconhecimento e valorização deste importante trabalho contra o tempo para salvar vidas. Viva o SAMU.

Fotos: Breno Esaki/Agência Saúde e  Tony Winston/Agência Brasília