Dia da Igualdade da Mulher: marco histórico das lutas por direitos civis e igualdade de gênero

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Dia da Igualdade da Mulher: marco histórico das lutas por direitos civis, representatividade política e igualdade de gênero

Celebramos neste 26 de agosto o Dia Internacional da Igualdade da Mulher. A data objetiva celebrar as conquistas das mulheres ao longo dos anos, assim como expor a necessidade de debate e de ações efetivas para o alcance da igualdade de gênero. Igualdade de gêneros significa que homens e mulheres devem ter os mesmos direitos e deveres.

Apesar dos avanços, ainda há muita luta pela frente, até que igualdade de gênero seja, de fato, uma realidade. Há desigualdade, por exemplo, nos salários, nas oportunidades no mercado de trabalho, na divisão de tarefas domésticas, na representação política, além dos crescentes casos de violência. 

Mais do que uma celebração das conquistas, a data é importante para refletir sobre o que ainda deve ser transformado para uma verdadeira igualdade entre homens e mulheres. Esperamos que o 26 de agosto seja uma oportunidade para que brasileiras e brasileiros dialoguem e promovam a equidade.  Que cada passo rumo à igualdade seja um avanço para todas as mulheres, em todos os lugares.

A escolha da data foi inspirada na conquista do voto feminino nos Estados Unidos, em 1920, através da 19ª emenda constitucional. A emenda  permitiu o voto às mulheres norte-americanas e influenciou o movimento pelo direito feminino ao voto  em torno do mundo. 

Assim como na América do Norte, aqui no Brasil a luta pela igualdade de gênero existe há décadas e tem como uma das principais vitórias o direito a votar e ser votada. 

O direito feminino ao voto é um marco histórico na luta pela participação  política das mulheres e pela igualdade de gênero, uma pauta que permanece atual no Brasil e no mundo,  apesar das conquistas já alcançadas pelas mulheres nas diferentes esferas da sociedade.

Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas em 2030 é o objetivo de desenvolvimento sustentável (ODS) 5 da Organização das Nações Unidas (ONU). Um modelo que deveria guiar nossa conduta individual e coletiva. Apesar disso ainda há um longo caminho pela frente. Por isso é importante que todos se unam em prol da equidade feminina e do combate à violência contra as mulheres.

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26 de agosto é Dia da Igualdade da Mulher: uma luta constante para o alcance da equidade entre gêneros

Como disse Simone De Beauvoir,  escritora francesa, intelectual, filósofa existencialista, ativista política e feminista: “Que nada nos defina, que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância, já que viver é ser livre”.

“Ninguém é pequeno demais que não possa ter impacto e mudar o mundo, então faça tudo o que puder”, Greta Thunberg, ativista ambiental sueca.

“Lute pelas coisas que te importam, mas faça isso de uma maneira que leve os outros a se unirem a você”, Ruth Bader Ginsburg, juíza norte-americana que serviu como juíza associada da Suprema Corte dos Estados Unidos.

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