Brasília é declarada cidade-irmã de Macau, na China

Durante milhões de anos de evolução, a nossa sobrevivência dependeu da capacidade de viver em grupo. Uma irmandade que só traz benefícios e que contribui com o estabelecimento de um relacionamento baseado em respeito e companheirismo.
Imagina então os benefícios de se estabelecer uma irmandade entre duas cidades de países diferentes.

Por iniciativa do deputado distrital Rodrigo Delmasso, Brasília e Macau, na China, são agora cidades-irmãs. A Lei foi sancionada pelo governador Ibaneis Rocha e publicada publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), desta quinta-feira 22 de outubro.

Para que duas cidades sejam declaradas irmãs, elas precisam ter características semelhantes, como número de habitantes, tamanho e setor econômico, podendo até mesmo considerar possíveis problemas e fatos históricos. Após o reconhecimento, os governos locais levantam diversos protocolos para troca de experiências como investimento de projetos e intercâmbio de estudantes ou empresários.

Segundo a Lei o Governo do Distrito Federal e entidades semelhantes ficam responsáveis por firmar propostas, convênios ou ajustes que deem eficácia à declaração de irmandade da capital com a região administrativa da China.
A irmandade entre Brasília e Macau é uma relação que independe do governo federal. Assim, quando duas cidades se tornam irmãs, elas estabelecem um laço de cooperação que abrange âmbitos como cultura, saúde, educação, transportes, meio ambiente e desenvolvimento econômico.

Macau é uma região autônoma na costa sul da China continental, separada de Hong Kong pelo delta do rio das Pérolas. Seus gigantescos cassinos e shoppings na Cotai Strip, que une as ilhas de Taipa e Coloane, foram responsáveis pelo apelido “Las Vegas da Ásia”. Um dos seus monumentos mais impressionantes é a Torre de Macau, de 338 m, que oferece uma vista panorâmica da cidade. A cidade era território português até 1999, a região reflete uma mistura de influências culturais.













