Acreditar Oncologia D’Or inaugura centro de tratamento do câncer na Asa Norte

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Dr. Paulo Hoff, vice-governador Paco Britto e Dr. Guilherme Vila

Com o propósito de oferecer assistência oncológica integral e resolutiva ao paciente, proporcionando apoio em necessidades físicas, emocionais e sociais por meio de uma equipe multidisciplinar, o presidente da Acreditar Oncologia D’Or, Paulo Hoff, inaugurou ontem uma nova unidade da Acreditar Oncologia D’Or, da Rede D’Or São Luiz.

A nova instalação fica no Edifício Biosphere, no Setor Hospitalar Norte, próximo ao Hospital Santa Helena, na Asa Norte.  A Oncologia D’Or é uma rede com mais de 40 clínicas de oncologia espalhadas pelos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, Tocantins, Maranhão, Ceará, Bahia e, agora, em Brasília. A rede conta com 300 médicos especialistas em oncologia.

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Edifício Biosphere, Setor Hospitalar Norte

As dependências do Centro Oncológico foram apresentadas pelo presidente Paulo Hoff e pelo diretor-regional da Rede D’Or Brasília, Guilherme Vila, ao vice-governador do Distrito Federal  Paco Britto e convidados.

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Vice-governador Paco Britto conhecendo as instalações da Acreditar Oncologia D’Or na Asa Norte

Participaram do evento o diretor-geral do Hospital Santa Helena, Hernandes Aguiar, e o diretor-geral do Hospital Santa Luzia, Frederico Cavalcante, além de médicos oncologistas, diretores da rede D’Or e colaboradores, entre outras  autoridades.

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Vice-governador Paco Britto e diretoria do Acreditar Oncologia D’Or Brasília

“Centros como esse fazem girar a economia do DF, além de gerar emprego e renda”, afirmou o vice-governador Paco Britto, que presenciou a inauguração ao lado da esposa, Ana Paula Hoff. Ele destacou a importância da nova unidade no atendimento a pacientes “para quem o tempo é um fator decisivo”.

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Paco Britto, vice-governador do Distrito Federal

O novo Centro de Tratamento do Câncer é bem-vindo à capital porque de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), há 582.590 novos casos da doença no Brasil, sendo 300.140 em homens e 282.450 em mulheres.

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Dr. Paulo Hoff, Ana Paula Hoff e o vice-governador Paco Britto

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), ocorrem aproximadamente 14 milhões de novos casos em todo o mundo, número que deve chegar a 21 milhões em 2030.

O INCA explica que câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado de células, que invadem tecidos e órgãos. Dividindo-se rapidamente, estas células tendem a ser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumores, que podem espalhar-se para outras regiões do corpo.

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Os diferentes tipos de câncer correspondem aos vários tipos de células do corpo. Quando começam em tecidos epiteliais, como pele ou mucosas, são denominados carcinomas. Se o ponto de partida são os tecidos conjuntivos, como osso, músculo ou cartilagem, são chamados sarcomas.

Outras características que diferenciam os diversos tipos de câncer entre si são a velocidade de multiplicação das células e a capacidade de invadir tecidos e órgãos vizinhos ou distantes, conhecida como metástase.

Acreditar Oncologia D’Or chega à Brasília - Bernadete Alves

A oncologista Luci Ishii, membro efetiva da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, explica que o câncer não tem uma causa única. Há diversas causas externas presentes no meio ambiente e internas como hormônios, condições imunológicas e mutações genéticas. Os fatores podem interagir de diversas formas, dando início ao surgimento do câncer. “Entre 80% e 90% dos casos de câncer estão associados a causas externas. As mudanças provocadas no meio ambiente pelo próprio homem, os hábitos e o estilo de vida podem aumentar o risco de diferentes tipos de câncer”.

A médica explica que os fatores de risco ambientais de câncer são denominados cancerígenos uma vez que  alteram a estrutura genética (DNA) das células. Já as causas internas estão ligadas à capacidade do organismo de se defender das agressões externas. “O envelhecimento natural do ser humano traz mudanças nas células, que as tornam mais vulneráveis ao processo cancerígeno. Isso, somado ao fato de as células das pessoas idosas terem sido expostas por mais tempo aos diferentes fatores de risco para câncer, explica, em parte, o porquê de o câncer ser mais frequente nessa fase da vida”, alerta a oncologista.

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A prevenção é um cuidado fundamental para mantermos nossa saúde em dia e combater fortemente doenças no início de sua aparição. Vamos ficar atentos a qualquer alteração no nosso organismo.Os primeiros sinais podem ser a diferença entre a vida e a morte. A prevenção e a detecção precoce são fundamentais na luta contra o câncer. Por isso, diante de qualquer sintoma que nos pareça anormal, devemos consultar um especialista que avalie a situação.

Segundo o Ministério da Saúde a prevenção engloba ações realizadas para reduzir os riscos de ter a doença. O objetivo da prevenção primária é impedir que o câncer se desenvolva. Isso inclui a adoção de um modo de vida saudável e evitar a exposição a substâncias causadoras de câncer.

Acreditar Oncologia D’Or chega à Brasília - Bernadete Alves

O objetivo da prevenção secundária do câncer é detectar e tratar doenças pré-malignas (por exemplo, lesão causada pelo vírus HPV ou pólipos nas paredes do intestino) ou cânceres assintomáticos iniciais.

Estudos mostram que vários fatores de risco podem estar envolvidos na origem de uma mesma doença. O termo “risco” é usado para definir a chance de uma pessoa sadia, exposta a determinados fatores, ambientais ou hereditários, desenvolver uma doença. Os fatores associados ao aumento do risco de se desenvolver uma doença são chamados fatores de risco e podem ser encontrados no ambiente físico, herdados ou resultado de hábitos ou costumes próprios de um determinado ambiente social e cultural.

O tabagismo e a obesidade, por exemplo, são fatores de risco para diversos cânceres, além de doenças cardiovasculares e respiratórias. A associação entre álcool, tabaco, pode desenvolver  o câncer da cavidade oral.

Nas doenças crônicas, como o câncer, as primeiras manifestações podem surgir após muitos anos de uma exposição única (radiações ionizantes, por exemplo) ou contínua (no caso da radiação solar ou tabagismo) aos fatores de risco. A exposição solar prolongada sem proteção adequada durante a infância pode ser uma das causas do câncer de pele no adulto.